domingo, 28 de fevereiro de 2016

Roubada + Em direção ao abismo + academia + crise no relacionamento

Ohayo minna ! Como estão? Espero que bem melhores que eu...

Sumi, né ? Eu sei, mas como diz meu amigo: Jack
Estripador, vamos por partes...

1ª parte: Lembram do meu novo celular? Samsung Galaxy Gran Prime? Pois bem, fui roubada há 2 semanas atrás...
Estava eu na hora do almoço, lendo feliz e contente. Ouvindo música feliz da vida, quando um fi da puta aparece, coloca a mão bem na minha perseguida e pega meu celular, acaba fugindo em cima de uma bicicleta... Esse foi o resumo do roubo, não contarei em detalhes por não querer passar isso umas mil vezes na minha cabeça.
Final da história: comprei um novo celular, mesma marca e modelo, apenas diferente na cor - dourado. Dessa vez fiz o seguro dele e espero nunca usá-lo, mas o seguro está ai, caso aconteça novamente...
Detalhe importante: agora não tenho dinheiro pra comer - uipye!! -, pois tenho que arcar com duas prestações de celular ( a do roubado e do novo )...

2ª parte: Estou fazendo academia, quase que religiosamente. Só que tem um porém: não é uma academia normal com esteiras, bicicletas... estou fazendo academia de luta, para ser mais específica kickboxe. Tenho que aprender a me defender e assim mato duas formigas com uma cajadada só: emagreço e me defendo...
Estou nisso há um mês, faço com o R. e a irmã dele. Tiro o estresse do dia, pois faço a noite...

3ª parte: Eu disse que estou fazendo academia quase que religiosamente né? Pois bem, semana retrasada - no mesmo tempo em que fui roubada - o R. passou muito mal, foi ao hospital, tomou soro e até ai tudo bem, fora a minha preocupação ir a mil, e, cá entre nós,  acho que depois disso é que desencadeou o como estou hoje. Fora a isso, acredito que foi o roubo que desencadeou tudo isso e ele ter passado mal pode ter sido o ápice.
Vou explicar melhor: a guria depressiva não está mais me rondando, ela tomou posse de meu ser e eu a deixei...
Sábado passado eu saí com o R., fomos ao Divino Fogão, tomamos a torre de chope e conversamos. Só que antes de pagarmos a conta, já sentia minhas mãos formigando e acabei incorporando um espírito obsessor.

O grande problema é: sou médium inconsciente, ou seja, o que vou contar agora são fatos de que eu não lembro, mas que me contaram...
Depois de eu ter pagado a conta, saímos e fomos pra casa, mas ao chegar na estação de trem, acabei vomitando tudo e xinguei o guarda do trem amigo nosso. Levaram-me para cima, tentaram ligar para o meu pai e o ser que se apoderou de mim bateu no rosto do R. Meu pai chega, manda o ser embora, mas ele continua rondando-me. Xingo Deus e meio mundo, levam-me para o carro e meu pai dá uma carona ao R. . Chegando ao apartamento fumo um cigarro ancorada a minha madrasta, subo e vou pra cama.

Domingo eu acordo, não o vejo o dia inteiro, fico aflita e deixo a guria depressiva se apoderar do meu ser até hoje. Como sempre, penso em mil e uma maneiras de morrer mas não dou cabo aos planos. Meus movimentos são tão devagar quanto os de uma lesma, ouço meus batimentos cardíacos e este som - para mim- é tão insuportável quanto o barulho de uma furadeira. Não consigo chorar, mas há um peso enorme em meu coração, como se fosse uma bigorna, o nó na garganta cresce cada vez mais como um tumor. Cada respirar é um tormento, não quero mais respirar, não quero mais viver. Não aguento mais isso. Agora não sinto mais nada, só torpor. Durmo cada vez mais e não estou lendo mais. Não sinto prazer em mais nada...E mesmo assim, quisera eu uma abraço.

4ª parte: Tentei explicar ao R., lógico que tentei, mas não consegui. Tudo o que ele falou foi "Para de frescura! Se continuar assim, tu não vai ver mais nem a mim nem o meu cachorro. E não adianta ir em casa, pois não vou atender. "
Depois disso, ele me manda um áudio falando "vai passar...estamos juntos". Complicado? Eu sei... Confuso? Mais ainda.
Não quero perdê-lo, não posso. Quando penso sobre isso, o nó em minha garganta me sufoca, meu peito dói tanto que chega a queimar, minha respiração chega a ser um tormento de tão pesada que é. Não suporto essa ideia. Não posso, não consigo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Cada comentário é muito importante para mim, auxilia-me a ter forças para continuar esta árdua jornada. Todavia NÃO TOLERO XINGAMENTOS A ANA OU A MIA. NÃO OFENDA, QUEIRA "AJUDAR" COM IDEIAS QUE ME AFASTEM DELA, NÃO CRITIQUE. SE NÃO TEM NADA DE BOM, NENHUM APOIO, SE NÃO ENTENDE O MEU OU O NOSSO MUNDO VÁ EMBORA!!!!!!!
Muito Obrigada a todos